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Você cuida bem da sua casa?

Quando falamos casa, pensamos na casa física a qual dormimos, tomamos banho, limpamos, por vezes fazemos uma reforma, um conserto, uma pintura, até mesmo mudamos. Mas a casa de hoje é a casa física, mas o corpo físico que a nossa casa mental. Casa momentânea do espírito, que a alma fica ligada durante nossa reincarnação. Você está cuidando bem desta casa? Tem feito além da limpeza física, do banho, cuidado da pele e cabelos, das unhas, da alimentação, exercícios físicos (pelo menos uma caminhada), você tem cuidado da sua mente? Tem revisto se está arejada, permitindo o ar entrar e arejar a casa? Tem aberto suas janelas, as portas dos armários? Tem visto a necessidade de alguma reforma? Tem sentido a falta de algo? Tem visto que há algo em demasia? 
Ou seja, você tem cuidado bem desta casa? A vida cotidiana por vezes nos faz esquecer desta. Deixar para depois... e por vezes esse depois chega tarde ou nunca permitimos chegar, mas que com certeza pagaremos a conta de não cuidar ou colheremos os fr…

Resoluções de Ano-Novo

Sabe aquele promessa de virada de ano? Porque ano que vem irei emagrecer... Prometo que no próximo ano irei ser menos exigente comigo mesma... e por ai vai...
Palavras muitas vezes proferidas, pensamentos emanados, energias perdidas devida a falta de foco, fé e disciplina.
E convenhamos, quando decidimos, quando realmente decidimos e fazemos a escolha de iniciar algo, mudar algo, alterar, modificar, não esperamos a segunda feira, muito menos o próximo ano novo. Quando a proposta é feita de coração limpo, de alma consciente, de caráter honesto e desejo firme, acontece. Simples assim... ocorre dificuldades, provações por assim dizer, porém, quase não há sofrimento ou um sofrimento passageiro. Afinal, estamos nos entregando literalmente a transformação, sem reservas, sem questionamentos. Dúvidas? provavelmente surgiram pelo caminho, mas não mais a pergunta se deve continuar, mas em como lidar com uma nova adversidade que apareça pelo caminho. Afinal, quando caminhamos para o bem, pelo be…

Nada é para sempre igual

Nada se mantém sempre igual.
Se nos falta o espelho, a natureza está aí para nos mostrar e ensinar que tudo tem seu tempo certo.
Tenhamos paciência.
Cultivemos a tolerância.

O que realmente nos pertence?

Há alguma coisa que realmente é nossa?
Vejo hoje que talvez a nossa mente...

Pois veja, o que do todo quando viemos a este mundo era nosso?
Corpo... não
Casa... não
Dinheiro... não
Posses... nunca

Apenas a nossa mente que veio conosco e a qual estará conosco quando fizermos nosso retorno a pátria espiritual. Do mais, ao Universo pertence e passará por inúmeras mudanças até fazerem parte da matéria inicial da criação.

E nós?... se hoje estamos matéria, que não é nossa, o que realmente nos pertence?

Como assim?

Quando estamos doentes ou nos sentimos mal fisicamente, por vezes vamos ao médico ou nos automedicamos, não é mesmo?!
Indiferente ao caso, mas ao fato de que diante de um sintoma ruim, de uma sensação desagradável, NÓS tomamos o remédio para NÓS nos sentirmos melhores, correto?!
Sendo assim, por que quando se refere ao que sentimos colocamos no outra a responsabilidade de modificar o que estamos sentindo? Se somos NÓS quem estamos sentindo raiva, ciúmes, inveja, cólera, fraqueza, maledicência... Por que colocamos no outro a responsabilidade de preencher nossas expectativas se apenas NÓS quem a podemos modificar e trazê-las para a realidade ou simplesmente deixar o tempo cuidar das coisas, confiar no Universo, em Deus se crê.
Mas o que fazemos normalmente quando temos mal sentimentos, até procuramos um "médico" mas queremos que o outro tome o remédio para nossa melhoria. O que JAMAIS nos trará alguma melhora, pois o mal que precisa ser "curado" está em NÓS.
Pode ser…

Tolstoi

"TODOS PENSAM EM MUDAR A HUMANIDADE, MAS NINGUÉM PENSA EM MUDAR A SI MESMO."

O que se sente mas não se divide

Falar de amor é mais fácil do que da dor? Depende. Falar de amor pode parecer mais fácil pois quando enchidos de felicidade, se fala pelos cotovelos. E quando sentindo dor, não se fala, se cala ou muge ou agride. E no mundo se é esquecido que quando ocorre a perda de alguém ou algo, toda a família o sente. Cada qual com seu jeito, cada qual na sua forma, mas a dor em si é proveniente do mesmo ponto, mas divergente no estado latente que fica e na vida que procede. Ao perder algo, que na maioria dos casos não é perda, nem abandono, nem nada, apenas uma transição, mudança de comportamento, pois perder de fato ninguém perde nada, ocasiona uma dor pela obrigatoriedade de aprender, da forma certa ou não, a viver o que nem se pronunciava. Falar de dor deveria ser mais fácil, pois em um mundo ao qual ainda ocorre mais agravantes para evoluirmos do que a bondade para sermos felizes, a dor não deveria ser um assunto escuro, omisso, jogado para debaixo do tapete. Há quem o use como muleta até por ser …