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Mostrando postagens de Outubro, 2008

"Dai a César o que é de César."

Como já disse Zeca Baleiro, "Nada vem de graça, nem o pão nem a cachaça." Nesta vida realmente nada vem de graça pois à tudo devemos conquistar.

A batalha já começa mesmo antes de nascer. Primeiro ao competirmos com tantos outros para alcançarmos o óvulo, depois na vida intra uterina durante o nosso desenvolvimento fetal dia após dia vamos conquistando cada pedacinho do corpo que nos abriga, afim de obtermos mais e mais espaço para o nosso crescimento. Após o aconchego materno, nos sentimos seguros de irmos conquistar o mundo e assim vamos. Alguns não fazem muita força, enquanto outros podem ficar horas para ver a luz do dia... nesta fase infantil a ingenuidade nos toma conta, mas ainda sim o instinto de sobrevivência fala mais alto e vamos conquistando parte de nosso ser ao conseguir dar os primeiros passos, as primeiras falas, etc.

Em uma de nossas piores fases lutamos descomunalmente contra nós mesmos até descobrirmos quem somos. Na adolescência nada combina, as pernas pode…

Tudo ao natural...

Ao nascermos (re)aprendemos a andar, a falar, a escrever, a ouvir e há quem diga que aprendemos a amar. Disto eu discordo, pois acho que o amor já nasce conosco. Há diferença está em sua execução ou não deste amor, pois a capacidade de amar está em todos.
Óbvio que nos é mais fácil amar aqueles que nos amam e que nos querem bem, no entanto o verdadeiro desafio está em amarmos além de nossos sentidos. Amar à todos indistintamente.

Durante a vida podemos amar e odiar uma mesma pessoa, mas digo que uma vez amado não há como 'desamar' e ao dizermos que odiamos esta pessoa na verdade estamos odiando a nós mesmos. Estamos odiando os desejos que foram contidos, as esperanças desfeitas, os sonhos idealizados tendo que ser jogados fora.

Não sei quantas pessoas conseguirão captar isso ou quantas passarão por esta situação de inicialmente amar alguém (pai\irmão\namorado) e por algum motivo (ou vários...) dizemos que não mais o amamos e algumas vezes dizemos que até odiamos. Mas com o passar…

ok

"Sai querendo deixar um pedaço de mim para que tu pudesses lembrar de mim ao olhá-lo, no entanto, para minha surpresa quando me dei conta, prestes a partir vi que havia deixado algo além da matéria. Algo que não se compra nem se vende e sim que se conquista. Deixei um pedaço de casa e tudo o que pudesse caber dentro. Deixei todos os sonhos e desejos, todo o amor e a satisfação, deixei toda a luz e esperança que podia carregar; tudo o que coubesse ali deixei.
E hoje ouso a desejar...
Desejo que eu possa em breve visitar este pedaço de casa, ou que este pedaço de casa venha para um dos lugares que lhe pertença: eu."

Tudo pessoal...

Nada mais pessoal do que falar de nossos sentimentos, expô-los aos outros. E ainda o mais difícil é fazer com que os outros entendam cada parte dita, pois as vezes a nuvem que nos acompanha nos mostra apenas o início da montanha, enquanto na verdade, o monte se apresenta além de nosso horizonte.
Para aqueles estranhos que já percorreram uma boa parte do caminho, olham, observam e seguem seus passos. Alguns amigos fazem das curvas uma piada, já os verdadeiros te oferecem a mão como guia e ainda há outras pessoas que nos prendem como pedras.
Está em cada um de nós o nosso senso de direção, assim como é em nossa consciência que carregamos as nossas paixões.
O peito as vezes pesa, a mente nada pensa e a visão fica turva. Por breves momentos pensamos que não conseguiremos alcançar o cume mas depois do devaneio a calmaria nos consola e o sol que nos cumprimenta leva embora as nuvens da incerteza e com passos firmes continuamos a nossa jornada.
Devemos nos cumprimentar com alegrias, pois a cada …

How??

How can I know that what I'm felling is true?
How can I recognize what I need to do if I'm not sure about your fellings?
How can I show you what I have in my heart without shame?
How can I know if you fell the same as I?
How can I know what happen during my sleep if sometimes I prefer to stay awake?
How can I be myself when you are beside me?
How can we make this thing real?
How can I make us happy?

"O sacrifício mais agradável à Deus"

Hoje seria humanamente impossível não falar deste assunto. Mesmo que seja confuso ou até mesmo abstrato para alguns.
As vezes, somente as vezes, penso sobre o que seria o mais agradável ao meu pai (biológico neste caso) referente as minhas atitudes. Hoje em meus 27 anos de vida vejo que pouco fiz do que ele gostaria, muito pelo contrário, fiz ao inverso do que sua imaginação poderia ir e incalculavelmente provoquei decepções... mas mesmo assim não posso me recriminar pois em cada erro aprendi a me conhecer melhor e a conhecê-lo mais, uma coisa fundamental para a vida! Agora no que se refere ao Pai criador de todo o universo, digo que o fato de pouco ou nada conhecê-lo e apenas sentí-lo em minha consciência fez com que eu nunca estivesse sozinha mesmo que por inúmeras vezes me sentisse assim. Mas ainda sim, sua presença constante poucas vezes me vez pensar como momentos antes de escrever esta postagem.
Lendo sobre o tema título, fiquei sem palavras e ainda assim permaneço, sem palavras. …

A capacidade do ser em ser!

Já falei sobre sua inoperância e hoje quero falar sobre sua capacidade de ser. Esta capacidade intimamente ligada aos desejos, aos sonhos, as transformações e acontecimentos que nos perseguem a cada minuto.
Não é nenhuma novidade que a atração se dá a partir de uma ação feita e a nossa capacidade de agir pode estar ligada ou não ao outro. Gosto de pensar que minha ação é independente da ação de outrem, no entanto, se eu desejo guerra, assim será. 'O amor que cobre a multidão de pecados' recolhe a cada um de Seus filhos. Em nossa inoperância desconhecemos as nossas forças e assim deixamos escapar a nossa principal ferramenta. O pensamento. Tudo começa e termina por ele. Uma ação antes de ser dita ou feita passa pelo pensamento, de forma que ao nos educarmos, inicialmente deixamos de fazer, para deixarmos de falar e assim para deixarmos de pensar.

Dentro de nossa capacidade não há limites. Dentro de nossos sonhos não há desilusões. Então por quê incitamos tantos os nossos sonhos e…