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Mostrando postagens de Abril, 2010

Colo de mãe é tudo de bom!

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As vezes eu preciso sentir pena de mim mesma. E me sinto tão pequena. Eu choro, choro e choro e por vezes que vejo que ainda não me perdoei de erros perdoáveis.
Sinto tanto a falta da minha mãe. Me orgulho tanto dela. Ela que por anos ficou em um casulo, atravessou a dor e superou-se e hoje é uma mulher fenomenal. Com certeza ela tem as suas dificuldades, mas a sua fé está se solidificando e mesmo que haja resquícios daquele casulo, a sua força de vida é muito maior que qualquer obstáculo.
Mãe te amo!! *esta foto é da minha mamãe com o meu sobrinho no colo. Queria uma foto nossa, mas na falta...

Inocência

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Sempre fui uma pessoa inocente. Quando mais jovem eu era ainda mais. Sempre fazia parte de qualquer escolha e movimento. Hoje mais resguardada das escolhas e dos acontecimentos da vida, reconheço mais fácil a maliciosidade nos outros. Não que isso diminua a minha inocência ou bondade, mas já não deixo que façam de mim uma idiota.
Já houve um dia ao qual blasfemei contra a minha inocência devido aos que me tratavam como uma estúpida pela sinceridade das minhas palavras. Hoje tenho orgulho dela. (Estou cheia de orgulho ultimamente né?! =)). Tenho orgulho pois é na minha inocência que os outros alimentam a sua esperança de um lugar melhor. É na minha falta de malícia que as pessoas veem a bondade do próximo. É na minha inocência que eles renovam a sua fé.
Aqui me coloco como todas as pessoas que possuam esta inocência. Desejo que as pessoas possam se sentir humanas e mais completas por esta qualidade.
Por causa da inocência já falei o que não deveria, na crença que iriam acreditar nas m…

Orgulho em ser BRASILEIRA!!

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Não que eu tivesse vergonha, mas as possibilidades que tive na vida de conhecer pessoas de outros lugares, visitar e hoje morar fora do meu país, sempre me levou a ver um outro lado da moeda. O lado ao qual as mulheres muitas vezes são reconhecidas como prostitutas, o lado onde os desconhecidos nos vêem como índios semi nus (como se fosse uma vergonha e não uma parte da cultura), o lado que apenas sabem do nosso bom futebol (com inúmeros jogadores que mal saíram da escola mal sabendo ler e escrever ou cantar o hino nacional, pois o dom estava nos pés e não na moral educativa), o lado do Carnaval e das mulheres com as suas bundas de fora.
Todos estes lados sempre me confrontaram e sempre foi difícil mostrar uma outra realidade em pouco tempo de convívio com tantos outros estranhos no meio do caminho. Eis que aprendi a conviver com estas diferenças e não mais me importo (tanto!!) com qualquer visão do outro referente a mim, pois eu sei que eu não sou prostituta, não sou índia e nem an…