Nem do meu, nem do teu, nem do nosso, mas do jeito d'Ele.

E é assim que as coisas caminham e não se arrastam.
Assim que as coisas fluem e não boiam.
É assim que o mundo evolui e não estaciona.

Ai daqueles que por orgulho e vaidade teimam em fazer diferente. Só apanham, e como apanham.
Cegos e surdos que não temem o que falam. Pobre dos que ouvem e não filtram.
Vicissitudes da alma que se alojam no corpo. Batalha eterna de reconstrução.
E mesmo no caminho da evolução, há quem para ver uma estação.

"Olhos para quem quer ver, ouvidos para quem quer ouvir."
E mesmo que não tenhas olhos, veja com outros sentidos. Mesmo que lhe falte a audição, leia os lábios da vida. Assim as linhas tortas se endireitam e os futuro antes tão obscuro se apresenta mais neutro.
E lembremos, nem do meu, nem do teu, nem do nosso, mas do jeito d'Ele é que as coisas acontecem.



 

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