O que está seguro em nós

Lendo um artigo em uma revista eletrônica espírita - www.oconsolador.com.br - ali estava o que sempre pensei, concordei e vivi.
Como a tecnologia que veio a nos salvar, aumentar as nosssas chances de sobrevivência, de diminuir distâncias e trazer cada vez mais rápido informação, têm a seu lado negativo. Pessoas que a usam para propósitos de maldade, como combinar arrastões, pesquisar sobre bombas e comprar ferramentas mortais.
Não apenas nisso a tecnologia nos trouxe de ruim, mas também um distanciamento interpessoal. Quantas vezes no metrô, na rua, em casa, na escola, em um encontro com os amigos, todos estão mais preocupados com seus celulares que não páram de aptar do que com as pessoas ao seu redor, a paisagem diante de seus olhos, quem sabe uma leitura mais profunda, a preocupação em adquirir um conhecimento... E quantas vezes não faz de alguém de perto se tornar longe, pois justamente, a pessoa já está ali, conectada como você, para que ligar ou ir vê-la, se trocamos notícias via net?!?! E isso traz solidão. Nos aleja quanto ao contato humano. Ao tato e ao afeto, a intercomunicação direta, face to face. É como se estagnássemos na evolução moral e afetiva de nossas vidas. Deprimente quando tudo que veio, veio para nos felicitarmos e fazer parte da nossa evolução e não simplesmente estacioná-la.
Não tenho facebook, já tive por um breve período. Uma ferramenta excelente para divulgação de trabalhos, mas também um péssimo meio de fazer a vida um mero inferno de intrigas e inveja. E digo que minha vida solcial ficou mais interessante ao me desligar desta rede social. Familiares sempre ligam, mandam mensagem e aparecem. Amigos também!! Justamente porque não estou conectada 24/7, me ligam para dar notícias, me convidam para festas pessoalmente. Isso me dá segurança na pessoa que sou. E passo a mesmo segurança da pessoa que eles são na minha vida. E esse toque, essa aproximação, esse convívio é muuuuuito bom!

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