Abertura para o Auxílio - Opening for Assitance

Português:
"E não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava, e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o paralítico." Marcos, 2:4

O símbolo desse buraco no teto é rico em reflexões.
Se você deseja auxílio e amparo, deverá adotar o rompimento com as concepções que lhe protegem o abrigo da experiência. Abrir uma fresta na estrutura de suas concepções.
Crenças e conhecimentos podem mantê-lo paralítico, acomodado em extenso e pernicioso leito de comodismos e vantagens que te afastam dos caminhos Divinos.
Cultive a humildade na rotina das horas a fim de não edificar balizas para a ilusão.
Acostume-se a ouvir e a permutar valores, dilatando a benfazeja abertura mental para a vida, subtraindo de você mesmo os leitos provacionais da dor voluntária.

Comentário:
Muitas vezes queremos mudar nossas vidas, ou ajuda de outras pessoas, mas não estamos necessariamente preparado para a mudança. Mesmo com uma dor ou um incômodo podemos relutar a mudar, pois não conhecemos o que virá com a mudança, mas sabemos que neste comodismo presente sabemos o que sentir. Por isso a necessidade de nos abrirmos para receber auxílio. E mesmo diante de uma autoafirmação positiva de vida, sempre devemos fazer uma retrospectiva interna e avaliar nossas ações, nossos conceitos.

English version:
"And they could not come near to him because of the crowd, they uncovered the roof where he was, and making a hole, down the bed on which the paralytic lay." Mark 2: 4

The symbol of this hole in the ceiling is rich in reflections.
If you want to help and support should take the break with the conceptions that protect you under the experience. Open a crack in the structure of your conceptions.
Beliefs and knowledge can keep you paralyzed, nestled in extensive and pernicious bed of self-indulgence and advantages that keep you from Divine paths.
Cultivate humility in the routine of hours in order not to build beacons to the illusion.
Get used to listen to and exchange values, dilating the beneficent mental openness to life, subtracting from yourself tests of voluntary pain.

Comment:
We often want to change our lives, or assistance from the others, but we are not necessarily prepared for changing. Even with pain or discomfort we can be reluctant to change because we do not know what it will come with change, but we know that this indulgence presence we know what to feel. Hence the need to open ourselves to receive aid. And even facing a positive self-affirmation of life, we should always make an internal retrospective and evaluate our actions, our concepts.

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