Independência moral

Quando não mais desejarmos ter os homens ao nosso lado como homens, em sua virilidade e proteção, mas o enxergarmos como espíritos irmãos em evolução como nós, aprenderemos a amá-los verdadeiramente e ajudá-los em sua caminhada, ao invés de tratá-los como filhos que precisam de cuidados por vezes em demasia para que nossos corações sintam-se completos com sua presença. Ao invés de lhes amar pelo simples fato de ser o amor a resposta para tudo e para todos. 
O amor não pode ser individualizado, é necessário pluralizá-lo em todos os pólos de nosso orbe e transgredir as barreiras do egoísmo na busca incessante do bem.

Chega a hora que entendemos que não mais são problemas a serem resolvidos, mas seres que precisam de ajuda e esses momentos oportunos devem ser aproveitados para nos nutrirmos do bem que fazemos.

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