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Mostrando postagens de Agosto, 2017

O que realmente nos pertence?

Há alguma coisa que realmente é nossa?
Vejo hoje que talvez a nossa mente...

Pois veja, o que do todo quando viemos a este mundo era nosso?
Corpo... não
Casa... não
Dinheiro... não
Posses... nunca

Apenas a nossa mente que veio conosco e a qual estará conosco quando fizermos nosso retorno a pátria espiritual. Do mais, ao Universo pertence e passará por inúmeras mudanças até fazerem parte da matéria inicial da criação.

E nós?... se hoje estamos matéria, que não é nossa, o que realmente nos pertence?

Como assim?

Quando estamos doentes ou nos sentimos mal fisicamente, por vezes vamos ao médico ou nos automedicamos, não é mesmo?!
Indiferente ao caso, mas ao fato de que diante de um sintoma ruim, de uma sensação desagradável, NÓS tomamos o remédio para NÓS nos sentirmos melhores, correto?!
Sendo assim, por que quando se refere ao que sentimos colocamos no outra a responsabilidade de modificar o que estamos sentindo? Se somos NÓS quem estamos sentindo raiva, ciúmes, inveja, cólera, fraqueza, maledicência... Por que colocamos no outro a responsabilidade de preencher nossas expectativas se apenas NÓS quem a podemos modificar e trazê-las para a realidade ou simplesmente deixar o tempo cuidar das coisas, confiar no Universo, em Deus se crê.
Mas o que fazemos normalmente quando temos mal sentimentos, até procuramos um "médico" mas queremos que o outro tome o remédio para nossa melhoria. O que JAMAIS nos trará alguma melhora, pois o mal que precisa ser "curado" está em NÓS.
Pode ser…

Tolstoi

"TODOS PENSAM EM MUDAR A HUMANIDADE, MAS NINGUÉM PENSA EM MUDAR A SI MESMO."

O que se sente mas não se divide

Falar de amor é mais fácil do que da dor? Depende. Falar de amor pode parecer mais fácil pois quando enchidos de felicidade, se fala pelos cotovelos. E quando sentindo dor, não se fala, se cala ou muge ou agride. E no mundo se é esquecido que quando ocorre a perda de alguém ou algo, toda a família o sente. Cada qual com seu jeito, cada qual na sua forma, mas a dor em si é proveniente do mesmo ponto, mas divergente no estado latente que fica e na vida que procede. Ao perder algo, que na maioria dos casos não é perda, nem abandono, nem nada, apenas uma transição, mudança de comportamento, pois perder de fato ninguém perde nada, ocasiona uma dor pela obrigatoriedade de aprender, da forma certa ou não, a viver o que nem se pronunciava. Falar de dor deveria ser mais fácil, pois em um mundo ao qual ainda ocorre mais agravantes para evoluirmos do que a bondade para sermos felizes, a dor não deveria ser um assunto escuro, omisso, jogado para debaixo do tapete. Há quem o use como muleta até por ser …

A morte que chama a vida

Quantas pessoas que podem dizer que quando alguém tenha atingido seu sonho, tenha deixado esta terra e partido para a pátria espiritual? Ou quando sentindo na alma que em breve irá partir, seus desejos envolvem questões que durante décadas foram escondida ou enganada ou desfeita e pedem por uma oportunidade em resolver o que por tanto tempo foi chamado de insolúvel devido as paixões carregadas no peito, devido ao orgulho que mancha nosso espírito, a vaidade que faz sombra em nossa moral. E são estes casos que devemos tomar como exemplo de vida, não aguardar o momento de passagem para acertar o que deve ser acertado. Fazer e resolver o que é devido de nossa parte. Não perder oportunidades de anos de vida e perder para a abreviação da 'morte' para largar o que nem nos pertence. Para neutralizar o ódio, transformar a indiferença em amor, e cultivar o quanto possível boas sementes. Arar a terra para deixar um legado de exemplo de conduta e realizações duráveis, que não serão desfeit…