A morte que chama a vida

Quantas pessoas que podem dizer que quando alguém tenha atingido seu sonho, tenha deixado esta terra e partido para a pátria espiritual?
Ou quando sentindo na alma que em breve irá partir, seus desejos envolvem questões que durante décadas foram escondida ou enganada ou desfeita e pedem por uma oportunidade em resolver o que por tanto tempo foi chamado de insolúvel devido as paixões carregadas no peito, devido ao orgulho que mancha nosso espírito, a vaidade que faz sombra em nossa moral.
E são estes casos que devemos tomar como exemplo de vida, não aguardar o momento de passagem para acertar o que deve ser acertado. Fazer e resolver o que é devido de nossa parte. Não perder oportunidades de anos de vida e perder para a abreviação da 'morte' para largar o que nem nos pertence. Para neutralizar o ódio, transformar a indiferença em amor, e cultivar o quanto possível boas sementes. Arar a terra para deixar um legado de exemplo de conduta e realizações duráveis, que não serão desfeitas ao vento da vida cotidiana da maioria das pessoas que passam com tanta pressa, que o próprio vento nem mais lhe refrescam a face.
Pare, respire, pense e observe o que em ti pode ser solucionado com uma ligação, com uma mudança de pensamento, com um abraço, com palavras de otimismo... e faça, não ano que vem, não semana que vem, nem na próxima semana, faça agora, neste instante, neste minuto, nesta nova e contínua oportunidade de fazer o que é melhor para si.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Entender vs. Compreender

Morte e Doença - Death and Illness

Pay it forward